domingo, 31 de outubro de 2010

A Insustentabilidade da Civilização, e Vote Dilma 45

E o planeta quer que você se foda. As pessoas vivem agora nessa estupidez de dizer que "não podemos agredir a mãe natureza", e que temos que pensar para "salvar o planeta".
Adivinha só, seu pequeno e desprezível pedaço de merda: VOCÊ NÃO É FORTE O SUFICIENTE PARA SER RELEVANTE PARA O PLANETA.

A Terra é uma pelota de pedra de 5.9736 × 1024 kg. Sabe quanto é isso? Não? Nem eu, mas acredite, se milhões de anos levando meteoradas na cabeça não fez nada, todo o poder bélico do homem combinado vai representar um mísero arranhão na estrutura dessa pelota de pedra. Acorda, podrão filho-da-puta, o máximo que vai acontecer é a vida se extinguir por completo. E aí, é só esperar mais alguns milhões de anos para que algo mais aconteça.

O planeta quer que você se foda, e eu também. É por isso que os únicos prejudicados com a ignorância da sociedade é a própria sociedade. Você, seu ser humano de merda, não passa de um corno irrelevante e insignificante, de massa bostesimal, no cenário geral da Terra. E nem me faz começar falar sobre sua relevância para o Universo.

E é por isso que eu vejo que a sociedade é insustentável, uma vez que ela busca seu próprio extermínio. E uma coisa que aconteceu hoje me fez ver como é não só plausível, mas desejável, a promoção de genocídios e afins, com o único objetivo de fazer a vida um pouco mais aceitável.

Em princípio, eu sou contra qualquer tipo de violência infundada. Sou contra qualquer tipo de agressão gratuita. Mas existe algo que deve ser levado em consideração. Se todos somos inocentes até provado o contrário, toda punição que julgamos injusta pode ter fundamento muito mais sólido do que imaginamos.

Tomemos como exemplo a situação que passei hoje. Fui até o local em que voto exercer minha cidadania, dando ao menos um voto contra a puta velha ignóbil. Se não ficou claro, estou chamando a Dilma Rouseff de puta velha ignóbil, mas muitos outros adjetivos caberiam aqui, tais como criminosa, terrorista, salafrária, ladra, vagabunda, inculta, desgraçada, mentirosa, sebosa, feia, porca, suvacada, gosmenta, peçonhenta, megéra, incompetente, caloteira, vigarista, galalau, manipuladora, mamadora-de-têtas-governamentais, e assim por diante, mas nada melhor do que resumir tudo em um sonoro "SUA PUTA FILHA-DA-PUTA, VAI SE FODER E TOMAR NO OLHO DO SEU CU", que pode não agregar tanto, mas dá vazão à raiva de maneira ímpar. 

Olha só, até perdi a linha de pensamento aqui... Ah, sim, tomando como exemplo o ocorrido. Fui votar (e me desculpe se não digo aqui claramente em quem, mas, você sabe, voto é secreto...) e, na hora de ir pra casa, saio com meu carro da vaga da rua e há um Celta parado em fila dupla na minha frente. Agora, Celta, por definição, têm 89% de chance de ter um filho-da-puta, ou uma filha-de-uma-puta no voltante. Neste caso não, não se tratava dos outros 11%. 

Então estou eu, parado atrás de dito Celta, em fila dupla. As pessoas atrás soando suas buzinhas, como não poderia deixar de ser, e eu dando farol pra ver se a moça (digo moça mas era algo meio indistinguível, um desses seres sujos metidos a hippies que não tomam banho nunca e estão sempre cheio de cascas formadas por suor seco na superfície da pele, mas julgando pela estrutura corporal, era uma fêmea... Se bem que tem uma porrada de hippie macho que é magrela como um grilo e muitas fêmeas que são delicadas como um rhinoceronte, então acredito que nessa raça só se distingue o sexo ao verificar os aparelhos reprodutivos) se tocava e seguia seu caminho.

Acontece que esse ser, imbecíl como só pode ser, cismou que queria parar em uma vaga onde um Corolla tentava sair, mas o reflexo foi instantâneo (NOT) e ela estava exatamente fechando a saída desse Corolla.

Nesse caso, há duas opções possíveis: 

1. Dar ré, caso não haja ninguém atrás, ou até mesmo caso não haja uma fila de carros buzinando, para permitir a saída do Corolla e então entrar na vaga;

2. Dar-se por vencido e seguir seu caminho, permitindo então o fluxo de todos os outros cidadãos e procurando uma outra vaga.

Desnecessário dizer que a medida mais correta, civilizada e consciente de se tomar é a segunda, tendo em vista que a fila buzinando ESTAVA presente.
E qual é a escolha que a vadia faz? Dá ré. E não para, mesmo quando bate na dianteira do veículo  de propriedade deste que vos escreve.

Tentei manter a calma, afinal, é um ser inferior, não sabe tomar decisões e não entende o princípio básico de cidadania. É também alguém que, por continuar acelerando ao ter colidido comigo, no mínimo não entende as leis da física, ou realmente não dá a mínima para o próximo e seu carro importado, porém barato.

Ao desengatar e ir para frente, pouca coisa, eu pensei "deixa pra lá, é só um arranhão..."... Mas eu mal tinha acabado a frase quando percebi que o ser só havia pegado um pouco mais de distância, para então acelerar em reverso novamente, colidindo mais fortemente com a minha dianteira. Nesse momento percebi o ocorrido como uma investida imprudente e agressiva contra a minha pessoa e meus bens materiais. O carro atrás de mim, um Kia Picanto de cor negra, aproveitou uma brecha na fila da esquerda e escapuliu, dando espaço pra que eu também desse ré para fugir da imprudência do motorista do Celta. O que fiz até quanto consegui antes de alcançar o Peugeot 206 que avançava para o lugar do Picanto.

Fora de contato com o(a) lunático(a) do Celta, tentei aproveitar a brecha para sair também para a fila da esquerda, mas havia um ônibus laranja, e antes mesmo do ônibus laranja terminar de passar, eu já recebia novamente o pára-choques do Celta na grade do meu Alfa Romeo.

Diante do surrealismo da cituação, resolvi lutar fogo com fogo, e abrir caminho pelo mesmo território em que só havia perdido: primeira marcha, giro alto, e um Celta sendo arrastado pra frente, até abrir espaço suficiente para voltar e sair da fila.

Depois disso, só há uma conclusão a ser tirada: Civilização e cidadania barram o progresso do ser humano, pois em um mundo natural, pelas regras da evolução, eu teria matado essa pessoa. O fraco cai, o forte segue. No mundo civilizado, eu respeito as boas maneiras e condutas, enquanto o fraco se aproveita disso para seu bel-prazer.

É portanto insustentável a civilização, uma vez que ela dá chances para que o errado siga vivendo, impurificando assim a sociedade como um todo e regredindo desde o ponto onde havíamos chegado até um possível estágio inicial em que decairemos na cadeia de alimentos.

Esse tipo de gente, como o ser do Celta, PRECISA ser eliminado da sociedade, não permitindo a contaminação do restante com seus genes ruins.

Não preciso nem mencionar que o Celta tinha um adesivo que dizia "Dilma" e "13". É a típica escória.

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Eu. Com Baunilha.

Um blog sobre nada em especial. Sou só eu, de novo, mas desta vez com baunilha.