quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Trial HD - Genial

Quem não conhece os joguinhos em Flash de trial? Se você não conhece, não é um verdadeiro jogador de expediente de trabalho.

Seguindo o estilo trial de motocicleta, usualmente da marca Gas-Gas, o jogo é infernalmente simples: Acelerador, freio e jogo de corpo pra roda dianteira e traseira. Muito mais simples que os trials na vida real, onde o motociclista tem que passar uma série de obsttáculos com a motoneta, que as vezes tem até tração dianteira também. Geralmente essa competição, na vida real, é bastante difícil e lenta. Os pilotos passam um obstáculo, param na moto se equilibrando, e vão para o próximo. É aceleração rápida e bom equilíbrio.

Os jogos em Flash são uma impossibilidade física, mas diversão garantida.

Agora, no X-Box Live, você pode baixar o jogo em high definition. Isso é, a mesma simplicidade, com gráficos realistas. Simples, absurdamente barato de se fazer, e extremamente viciante.

Quem tem X-box deveria tentar. Coisa linda. Até agora, o melhor jogo pra X-box dos que eu já vi.

sábado, 17 de outubro de 2009

Coisas soltas, desconexas, trazidas pelo clima.

As vezes me dá disso. Me vêm coisas na cabeça, soltas.
Coisas completamente soltas, sem ligação. Sem ligações umas com as outras.
E agora foi o clima.
É por isso que eu gosto tanto de coisas que envolvem o cérebro, e que são meio bagunçadas. Coma, amnésia, déjà vu, loucura. Adoro esses temas.
São lembranças. Eu sei. Porque sei mais ou menos que a gente faz ligações. Nosso cérebro faz ligações. Químicas, elétricas, sei lá. Mas são essas ligações que fazem funcionar as coisas, as memórias, as lembraças.
Então, se você bate o carro quando o rádio tocava Radio Blá do Lobão, você sempre se lembra da batida quando ouve a música, ou se lembra da música quando bater de novo.
Não sei bem como funciona.
Mas o clima mudou. Aqui.
Mudou pra melhor. Me sinto ótimo.
Não só não estou pingando de suor como sempre, mas também me sinto bem. Uma felicidade interna. Uma alegria. Uma plenitude.
É estranho. Mas eu gosto.
Tá mais frio. Não sei quanto, mas tá na temperatura que eu mais gosto, acho.
E se foi isso ou não eu não sei, mas a diferença de clima parece não ter sido só na temperatura, mas nos ventos também. Tá ventando diferente. Tá ventando de um jeito que eu amo. E tem também a cor. Tudo mudou de cor. Tá tudo mais lindo. O cheiro do mundo é diferente. O cheiro do mundo é outro, melhor, mais gostoso, mas ainda assim não conseguiria descrever ou lembrar de como é assim que o clima acabar.
E essa mudança no clima, que só aconteceu agora de manhã, me traz essas lembranças. Essas coisas desligadas umas das outras. São as ligações que meu cérebro faz, provavelmente de coisas que eu me lembro sempre quando o tempo está assim. O que passa pela minha cabeça é o seguinte, sem ordem específica:

Cana-de-Açúcar
Plástico novo
Carro
Abraço
GURPS, Magic e dados coloridos
Gazebo
Toalha verde
Lego
Disco "Caribbean Blue" da Enya
O desenho animado Jayce e os Guerreiros do Espaço
Gizela Kelmann
The Smashing Pumpkins
As três cores primárias
Silêncio


Até pra escrever a lista tive que ir lá fora de novo, pra que as coisas viessem. O estranho é que eu não imagino nada disso. Eu não vejo o gazebo, por exemplo, mas eu sinto gazebo. Sinto. Não sei bem como explicar.

Enfim isso foram só 5 minutos me deixando livre pra sentir o que quer que fosse... Meu dia tem sido inteiro assim, sentindo coisas o tempo todo, sem nenhuma conecção aparente umas com as outras... E eu adoro.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Quer uma ajudinha aí, meu camarada?

Simplesmente desesperador... e engraçado.



EMBED-Drunkest Guy Ever Goes for More Beer - Watch more free videos

domingo, 11 de outubro de 2009

Arte das boas, não das lazarentas...

Projécteis atingindo alvos. Mas filmados em um milhão de frames por segundo. É, um milhão. Güenta.

Brinquedo Novo

Deu 5 minutos, aí eu fui lá e comprei um PlayStation 3. Desses compactos.
E junto foi Street Fighter IV, que é pra não ficar atrasado (nem sabia que existia o 3) e Need for Speed Carbon (só pra passar o tempo enquanto não chega GT5) e Tony Hawks Project 8 (que é pra lembrar os tempos de PSone e PS2 roubado) e mais um outro que falo depois.

E a edição especial d'O Empério do Sol, que é um dos melhores filmes da história da humanidade, e a edição especial d'O Sentido da Vida, do Monty Python.

E por causa d'O Empério do Sol, tô comendo arroz com presunto.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Animação Curtinha para SOTC, em Flash.

Little Bumpaaaa in Flashaaaa from Leo Pat on Vimeo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Duvido que alguém seja tão improdutivo quanto eu.

Estou aqui, sem fazer nada, pensando em tudo que nunca fiz e planejando o que ainda tenho por não fazer no futuro.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Quem avisa, amigo é.

Sem bronca.
É o seguinte, tem um cara chamado David Thorne, que é aparentemente australiano.
O cidadão teve seus 15 minutos de fama quando a interwebs disseminou um e-mail em que ele, ao ser cobrado sobre uma dívida, respondeu enviando um desenho tosco de uma aranha com 7 patas, e disse avaliar o desenho no valor devido, e que esperava que quem estivesse cobrando ficasse com o desenho como pagamento.
É absurdo, e é engraçado, mas o que eu não sabia é que ele sempre fez esse tipo de coisa e, depois de certa fama online, abriu um blog com todas as aventuras dele... E lançou um livro.

Quem gosta de humor inteligente, absurdo, sarcástico e sublime, tem que conhecer. O livro é meio caro e só tá disponível pelo site dele, mas depois de ler 3 histórias e chorar, literalmente, de rir, eu acabei comprando.

aqui, pra quem quiser se divertir.

Ressaca Moral, sono, Jung, e Lourenço Mutarelli.

E foi no sábado que rolou minha festinha de casa nova. Chamei o pessoal pra vir aqui, sem muito me preocupar com espaço, e todo mundo ficou meio de pé, meio lá fora, meio apertado. No apartamento todo não deve acomodar mais do que umas 5 pessoas ao mesmo tempo, mas vieram 14, e aí foram todos tomando posse da área externa, na entrada. Se tivesse uma varandinha seria melhor, pro pessoal fumar sossegado e não ficar jogando bitucas na porta dos vizinhos.

Vai levar umas 4 viagens até o lixo lá na entrada pra colocar tudo fora. Contando pelas caixas de cerveja que estão aqui no chão, foram 90 long necks, mais 48 latas. Tem coisa ainda na geladeira, umas 20 unidades sortidas de Heineken, Red Stripe, Miller Light (lata e long neck), Corona e Busch Light. Se fizer a conta meio na orelha, dá umas 8 cervejas por cabeça, se eu contei todo mundo certo... Oito cervejas entre 8:30 da noite e 4:30 da matina não é tão mal... Dá uma lata por hora, o que é perfeitamente aceitável... O problema foi que eu resolvi abrir a tequila. Aquela que meu coroa me trouxe quando veio do México. Ainda bem que eu notei quando estava mal e abracei um galão d'água. Dormi bem e acordei com zero de ressaca, sem aquela sede miserável, sem aquele alien querendo sair pela calota posterior do crânio. Foi só a ressaca moral.

Aí foi ouvir o pateta do Joe Dispenza fazendo um discurso bobo e escrever um papel pra aula de psicologia, mas a preguiça era muita e só foi embora quando os moleques apareceram para jogar racquetball. E eu fui, claro, e perdi, claro, mas foi divertido. E na volta, fiquei até as 6 da manhã pra escrever o papel, imprimi e resolvi tirar uma sonequinha de duas horas antes de ir pra faculdade. Acordei atrasado, claro, mas em tempo de ter uma aula completamente diferente sobre Jung, e entender melhor o sujeito, diferente da aula que tive sobre ele lá pra 2003. Mas o sono persiste. Preciso dormir um pouco.

Ah, e aí tem o Mutarelli, aquele que é meu preferido desde que li "Resignação" na Heavy Metal Brasil. O André descobriu que ele tá com outro blog, e tem livro novo lançado e tá escrevendo outros... E o André já comprou o meu e vai mandar, e a reedição d'O Natimorto, o meu preferido... Mal posso esperar.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

August 2009 Course Director Awards

Friday, September 25, 2009; Last Updated: 4:34 PM EDT (16:34 GMT)

Congratulations to the following students who won Course Director Awards in August 2009!

Teody Baluja: Production Management
Brenna Carlisle: Digital Photography
Miguel De Leon: Intellectual Property and Law
Justin Demetrician: Motion Graphics
Jordan Donnelly: Intellectual Property and Law
Christina Durbin: Designing Computer Graphics
Gregg Farrington: Motion Graphics Project
Christopher Gomez: Developmental Psychology
Steven Laufer: Digital Publishing
Neil Maymi: Motion Graphics Project
Elizabeth Miller: Advanced Computer Graphics
Leonardo Patat: Digital Studio
Danielle Portier: Interactive Media Design and Usability
Brian Ranaghan: Digital Photography

Fora o baile.

Segunda vez que recebo um Course Director Awards. A primeira foi com o vídeo "Cecília". Como eu já disse antes, eu confio no meu taco. É na tacada que eu não confio.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Gente Estúpida Merece

E agora pela manhã, ouvindo o Lex & Terry na WJRR enquanto dirigia para a escola, escuto uma notícia que parecia um bocado triste.
A gravação de uma chamada pro 911. O atendente diz o de prache "911, qual é a emergência" e a pessoa que ligou diz estar em seu carro, a 120 milhas por hora, e acelerando, e diz que não consegue parar, e que não tem freio, e que o acelerador está preso. O atendente pergunta algumas outras coisas, o sujeito continua dizendo que está chegando em um cruzamento, então ouve-se a mulher gritando e acaba.

O que ocorreu foi que houve uma colisão em alta velocidade e os ocupantes do veículo, pelo que entendi no rádio, morreram.

Isso aconteceu a semana passada, e esta semana a Toyota está fazendo o maior recall da história da indústria automobilística dos Estados Unidos: 3.8 milhões de veículos que podem ter o problema.

Agora, o mesmo já me aconteceu várias vezes. Mola da borboleta do acelerador quebrou, e o giro vai pro alto! Solução: Pisa na embreagem pra tirar a tração, e controla até chegar no acostamento e desligar o carro. O bom de travar acelerado é que ainda se pode controlar na embreagem e andar por muito tempo, o contrário de uma quebra de haste da borboleta, por exemplo, que corta a a alimentação.

Ah!, mas não... Os veículos Toyota não são carburados, mas com injeção eletrônica, o pedal do acelerador não é por cabo, existem muita tecnologia que pode ter falhado... E mesmo que fosse assim, simples, o carro, muito provavelmente, era automático, não tem como se pisar na embreagem. Ué, neutraliza! Passa o câmbio para o N e controla no freio até parar em segurança.

Como se tudo isso não bastasse, o recall está sendo feito por um problema... estúpido. Muito estúpido. Tapetes.

É isso. Os tapetes do carro podem prender o pedal no fundo. Agora, me dâ licensa, de dizer PUTA QUE O PARIU, MAS QUE GENTE BURRA DO CARALHO! Quer dizer que ninguém nunca usou um tapete de borracha aftermarket num carro, e nunca teve o problema de o acelerador (com haste superior) travar entre a borracha e o carpete? Comigo já aconteceu centenas de vezes, e é mais simples do que as outras soluções: puxa de volta. Basta soltar, com o pé mesmo, o pedal. Ainda em casos extremos, deve ser mais rápido abaixar e puxaro tapete com a mão, do que pegar o telefone e discar 911 e send, e ainda ficar falando com o atendente, explicando a situação.

Resumindo - Acelerador trava entre tapete e carpete, motorista liga pra 911 pra explicar, bate num cruzamento e morre.

Acho que é um grande merecedor do Darwin Awards, não?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tá difícil...

Muita coisa.
Muita coisa na cabeça.
Muita coisa pra pensar.
Muita vontade de falar, mas, ao mesmo tempo, calar.
Tem coisa queimando no forno, e tem gente me enchendo a paciência...

Então vai tudo meio assim, jogado e embaralhado, só pra por pra fora.
Viz um voto de me calar, toda vez que alguém entrar em um assunto de discórdia, do qual eu tenha uma paixão fervorosa por uma das partes.
Mas aqui a coisa é diferente. A coisa é mais simples. As pessoas não argumentam tão bem, eu fico com preguiça e, além do mais, me falta vocabulário na língua para formar alguma coisa realmente eloqüente.

Daí é aula de psicologia e é uma boca defecando mais que a outra, até que um sujeito diz, com exatamente as mesmas palavras que eu costumo usar, que 'religião segura a humanidade, evita a evolução'. Até me arrepiei, eu ME VI falando, no lugar dele. As palavras, exatamente as mesmas... Se fosse uma garota, eu a pediria em casamento (no civil, claro, não na igreja). Mas mantive meu voto, mantive-me calado.

Mas, em resposta, um bípede (coberto de epiderme) lá no fundo revida que "Então, devemos acabar com a religião e viver em um mundo sem valores morais?". O que é pior, com uma vozinha e uma expressão de ironia. E não é só por odiar religiosos que se baseiam em falácias para argumentar, mas também por eu ter adquirido recentemente um conhecimento muito mais profundo sobre o tema de moralidade x religião. Acabei de acabar precisamente esse capítulo no "Deus, um Delírio" do bom e velho Richardão.

Mas... eu me calo. Me calo porque falei que me calaria.

Daí, que mais? Ah, é... Terceiro dia seguido que jogo racquetball, e já não sinto mais dores. Quase. Ainda dóem as costas e os joelhos.

E tem o texto de psicologia, e tem o Alonso na Ferrari, e tem um monte de outra coisa.

E tem a conclusão da minha dieta: Não importando a unidade de medida, a ordem de grandeza 'peso' é inversamente proporcional à grandeza 'dinheiro'.

E ainda tem mais, mas já esqueci.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Projeção Mapeada

Coisa fina.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

É cada vez mais difícil acordar.

E agora embola tudo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ataque Epilético Embeded

Clica

domingo, 6 de setembro de 2009

Meu Próximo Console de Jogos

É difícil de escolher. Bem difícil.
Pra quem não sabe, sou um cidadão que aprecia um bocado jogos eletrônicos, porém de outra maneira, percebo agora.

Meu primeiro console foi um Atari 2600 não-transcodificado (só funcionava em branco e preto) que eu tive na época em que o Mega-Drive já era oferecido no mercado, com a novidade do canal alpha. Isso aconteceu porque meus pais achavam que jogos eletrônicos iam me manter muito tempo na frente da televisão, e que eu precisava brincar lá fora, no sol. Odeio sol até hoje.
Depois que passei a ser mais dono do meu nariz, fui atrás de tudo o que queria ter tido quando menor. Minha coleção já foi composta por Odyssey, Odyssey2, Atari 2600, Atari 2600 Vader, Sega Genesis, Sega CDX, Sega Saturn, Sega Dreamcast, Sega Game Gear, Sega Master System 2, Nintendo Game & Watch, Nintendo NES, Nintendo Disk System, Nintendo SNES, Nintendo 64, Nintendo Game Cube, Nintendo Game Boy, Nintendo Virtual Boy, Sony PlayStation One e Sony PS2. Hoje, poucos ficaram, só os que eu considero relevantes para a história dos jogos eletrônicos (ou que não me foram roubados).

Analizando a coisa toda, existem grandes clássicos que são de grande importância para a linha do tempo dessa história. No Atari 2600, sem citar os mais óbvios Pong (primeiro jogo eletrônico do mundo) e Pac-Man, cito River Raid. O nome no Brasil não é muito conhecido, as pessoas tratavam mais como "o jogo do aviãozinho", onde cada um dos jogadores (um par, no máximo) pilotava um avião pixelizado por um terreno com inimigos e obstáculos, e atirava nos inimigos ou obstáculos (dependendo do ponto de vista) conforme ia avançando. Tudo isso com um ponto de vista bird's eye (superior, olhando para baixo, como em um projeto arquitetônico). O jogo é dos mais viciantes, quase impossível de largar logo que se começa.

Houveram, claro, muitos outros no Atari 2600, como Pitfall, Space Invaders e Missile Command. Cada um desses jogos tinha algo novo, algo diferente, algo de pioneiro. Mas, sendo alí o começo de uma era, não era lá tão difícil criar algo original.

Daí pra frente quem domina é a Nintendo, na década de 1980 e início de 1990. O NES chegou no mercado americano (a.k.a. mercado mundial) com uma quebra de paradigma total, depois da crise dos video games. Em 1985 o sistema de entretenimento eletrônico (novo nome dado para substituir 'video-game', um termo já aceitado como ultrapassado na época) vinha carregado de novidades, contando com ótimo design em toda a linha: Zapper, uma pistola receptora de luz que era usada pra matar patos na tela; NES Pad, estilo de controle que revolucionou o mundo dos jogos eletrônicos, padrão até hoje no lugar do joystick; R.O.B., o Robotic Operating Buddy, um conceito tão inovador pra época que não pegou, e, junto com os já clássicos e aclamados jogos da linha Smash Brothers e Donkey Kong, o Super Mario Bros., melhor jogo de todos os tempos.

Pouco mais tarde, o console de 8 bits que já impressionava pelo avanço tecnológico ganhou outras novidades de quebrar o que sobrou da concorrência: a Power Glove é um controlador em formato de luva, 100% programável, com tecnologia desenvolvida pela NASA. Erraram na dose, já que crianças jamais conseguiriam programar a luva, mas virou instantaneamente um objeto de desejo de vários adolescentes e adultos que viram a oportunidade de colocar as mãos em uma tecnologia tão avançada por um preço muito baixo.

A quantidade de jogos originais para o console, como Contra (que introduziu, junto com Gradius o cássico Konami Code, hoje um cult-popular), Double Dragon I e II (um dos mais famosos jogos de plataforma) e o inatingível Battletoads (jogo 5 estrelas em todos os sentidos) não foi tão necessária para a total aniquilação da concorrência. Foi mais como, chutar cachorro morto.
Prova disso é que o Sega Mega-Drive (Genesis nos EUA) foi lançado já com 16 bits muito antes do concorrente da Nintendo, e ainda assim não conseguiu ultrapassar o 8 bits da líder.
O lançamento do SNES veio pra acabar de vez com o Sega Mega Drive, com o clássico Super Mario Bros. revisitado e aprimorado em Super Mario World. Então veio Street Fighter para ambos os consoles, um jogo de luta que também revolucionou (muito embora o básico foi tirado de um mode do Double Dragon). Mortal Kombat seguiu meio que o mesmo padrão, mas com um estilo diferente, assim como Killer Instinct, que não vingou, mas inovou nos gráficos e jogabilidade.

Depois dessa fase, a próxima geração foi praticamente da Nintendo também, sob uma nova roupa chamada Sony. O projeto do Nintendo CD, em parceria com a Sony, foi cancelado de última hora numa decisão que parece ter sido a pior da Nintendo, e a Sony seguiu sozinha, como todo o know-how extraído da Nintendo, e criou o PlayStation, novo líder dos consoles.
Dentre os grandes jogos inovadores estavam Tony Hawk's Pro Skater, Twisted Metal, Gran Turismo...

Na segunda rodada, com o PS2, não foi muito diferente... As inovações ficaram mais por conta do avanço tecnológico natural do que na nova conceituação de interface e/ou jogos, coisa que a Nintendo, até agora, humilha todo o resto. A nova versão 3D de Grand Theft Auto é uma mistura de muita coisa, que ficou inovador pelo resultado final, enquanto a Microsoft, que continuava errando no Windows, resolveu errar também no mundo dos consoles, lançando o X-Box, que era mesmo uma caixa, sem dúvida. Por conta desse console ficou Splinter Cell, que realmente adicionou muito no estilo de jogo.

FPS games, ou First Person Shooters, sempre foram e continuam sendo coisa de PC. Nenhum gamer que se preze usa joypad pra jogar isso, e a crítica é feita no mundo inteiro... A geração mais nova, porém, que não entende muito da nuances da vida, vibra com Halo (um game nada interessante, não-pioneiro, sem nenhuma inovação, com péssima jogabilidade e gráficos bem um-quarto-de-boca, mas que é declaradamente o jogo mais jogado da atualidade).
De PS2 pra PS3, e X-Box pra X-box 360, só mudou-se o título e o formato do console. Inovação fica por conta dos jogos Guitar Hero e Rock Band. Inovação, sim, entretenimento, duvido muito. Joguei Rock Band por mais de um ano desde que cheguei nos EUA, e me lembro bem de como me diverti durante as duas primeiras músicas que toquei... Depois disso, um abraço. Foi-se o que parecia interessante, a imprecisão dos instrumentos (guitarra e baixo) e a limitação apenas de músicas populares envelhecem rápido e enjoam em minutos. Todo o resto é o mesmo, com avanços tecnológicos e nada além de mediocridade nos jogos. Sim, é tudo muito lindo, mas não tem nada de especial. Nada de interessante. Nada que me motivaria comprar nenhum deles. Ao contrário do Wii, que, novamente, quebrou paradigmas e inovou em diversos aspéctos... Mas a molecada de hoje em dia, que prefere o bonitinho e ordinário ao feinho inteligente, não quer nem saber do Nintendo - fica por parte dos adultos, velhinhos e pacientes de fisioterapia a utilização desse console.

Agora chegou a hora em que eu devo comprar um novo console. Fato é que não tenho tempo pra jogar (ainda não terminei nem Monkey Island 4, já comprei as sequências e nem instalei, mas não cheguei a rodar nenhuma delas), mas, quando há tempo, quero poder brincar de Street Fighter 4 (único jogo da nova geração que inovou em alguma coisa: gráficos) e algum joguinho de corrida (com direção e pedais, ó pá!).

Entre os consoles disponíveis, era quase certo minha escolha pelo 3-Box X60 (ah, como eu sou engraçado, fiz uma brincadeirinha com o nome do console que mais deu problema em toda a história - tóma isso, anel da morte). Só pensei em optar pelo PS3 quando vi a versão slim. Simplesmente porque acredito em bom design (não confundir com bonitinho e ordinário, design tem mais de forma e função do que se imagina), me recuso a comprar o PS3 normal simplesmente pelo horível acabamento que tem o console. Unicamente por jogos de luta e simulação de corrida, talvez mais uma coisinha aqui e outra alí, esses consoles não oferecem muito (mas cobram um bocado). Então comecei a listar as vantagens de um e de outro, pra decidir.

• O PS3 aceita teclado e mouse, pelo que ouvi falar, portanto serve pra jogar FPS, coisa que o X-Box não chega nem perto.

• O controle do 360 é dos joypads mais lindos que eu já vi, mas o funcionamento é precário.

• Conheço umas 30 pessoas que têm o 360, e só duas que têm o PS3 - Trocar jogos ou jogar online acaba sendo uma grande vantagem com o 360.

• Forza Motorsports me parece pior que Gran Turismo, mas é realmente questão de examinar melhor.

• X-Box 360 são famosos por superaquecer e não funcionar nunca mais. Nunca ouvi nada parecido sobre o PS3.

• PS3 roda filme em Bluray, o 360 não. Não importa muito, eu não tenho filmes em bluray, nem pretendo comprar.

• 360 tem jogos Sega e Nintendo para comprar online <--- Isso é uma grande vantagem pra quem NÃO TEM os consoles originais. :)

Então fico na dúvida... Pesquisando pra decidir.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Parte de "Minha Brigad com a Ticketmaster".

Vendo ingressos amaldiçoados para o show do Metallica em Tampa, dia 3 de outubro. Interessados favor entrar em contato.

domingo, 23 de agosto de 2009

A Trilogia do Sprawl

Terminei há 1o minutos Mona Lisa Overdrive, o terceiro e último (não é Mutarelli) livro da Trilogia do Sprawl, de William Gibson.
Realmente interessantíssima, a coisa toda, ainda mais se pensar que a história começou em 1984 e terminou em 1988, uma época em que a interwebs ainda não tinha nada do que conhecemos hoje.

O primeiro livro, Neuromancer, eu havia lido no início da década de 90, quando a interwebs ainda engatinhava para uma interface gráfica. Mas a visão de Gibson já impressionava, e influenciava diversas mídias de imagem (como o filme Vingador do Futuro, por exemplo) e empolgava uma era meio cyberpunk que acreditava em coisas como realidade virtual e uma navegação na rede com imersão total do usuário. Coisas que hoje já parecem futuro do pretérito.

Agora o livro foi relançado em 2007, junto com suas duas seqüências, Count Zero e Mona Lisa Overdrive, pela editora Aleph, com capas mais simples e atuais. Me parece que é a primeira vez que a trilogia toda é traduzida para o português.



Lendo a história inteira pela primeira vez, é impossível não se impressionar com a visão do sujeito, inclusive sobre a terminologia usada (algumas coisas pegaram, outras não). A trilogia é assumidamente a inspiração (e base) da trilogia Matrix do cinema. Embora Matrix não seja dos melhores filmes já feitos (bem longe disso), os livros são infinitamente superiores, e ouvi dizer que um filme mais fiel será feito para a primeira parte.

Há poucos meses eu conversava com a Alessandra (do Momento, Caneta, Papel) sobre o gênero cyberpunk. Acho que a Trilogia do Sprawl pode ser considerada a mais importante (e muitos dizem que Neuromancer foi o primeiro) do gênero, e deve ser lida por qualquer um que se interesse pelo assunto.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Para os Religiosos

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Bom dia, Attention Whores! Como vão os seus egos hoje?

Twitter. Facebook. MySpace. Orkut. Tumblr. Blogger. MSN. iChat. AIM. YouTube. Fotolog. E a lista continua.
Sempre me perguntei a função de cada uma dessas ferramentas interwébticas, sempre chegando em conclusões diferentes. Comunicação, reencontrar amigos perdidos, veicular filme caseiros, expressar idéias, escapar do dia a dia... Mas tem gente que ganha dinheiro com tudo isso, enquanto tem gente que não ganha nada, só coloca hits nos de quem ganha dinheiro.
Mas isso tudo é muito mais simples do que se possa imaginar. Eu ficava procurando uma resposta lá longe, quando a resposta está aqui do lado: É uma competição carniceira sobre a concorrência humana.
Que Deus me perdoe por isso, mas é só mais uma comprovação da sua inexistência, e da teoria da evolução.
É uma corrida pra ver quem tem mais followers no Twitter - Os usuários (e principalmente usuárias) adicionam pessoas na espectativa de serem adicionados também. Falando a verdade, se tem umas 3 pessoas no Twitter das quais eu me interesso em algum sentido, é muito. E eu deixo aqui escrito que, se essas putas e esses filhos das putas que usam o Twitter pra bombar seus egos lêem as atualizações de todos os que eles seguem, eu corto a minha bola esquerda, cubro com rezina e guardo em um display na minha sala de jantar. Sinceramente, quem é que pode se interessar por algo do tipo "Ah, que dia maldito." ou "Estou feliz!"? Eu não, quero que se fodam, e não vou morder a ísca que é PERGUNTAR por mais detalhes.
O mesmo vale para todos os outros, quantos amigos você tem, "who do you know", hits nos videos (fórmula básica: scene girl em ângulo favorável fazendo poses para fotos ou vídeos que atraiam os interesses mesclados de garotos jovens e homens crescidos). Não me admira que hoje em dia a molecada anda ficando enjoada de sexo na mesma idade em que eu ainda brincava de Pé na Tábua, Forte Apache e Lango-Lango. O que é pior, na mesma idade que eu tinha quando meus pais me mandavam ir pra cama antes de começar Doris para Maiores, as meninas de hoje fingem que são lésbicas, só porque tá na moda.

Pensa bem. Entra no Facebook e veja os últimos post dos seus amigos, os títulos dos álbuns de fotos, as poses das fotos... Comprando amigos pelo Friends for Sale... Veja sua página principal do Orkut com informações de terceiros das quais você não tem nada a ver (por exemplo, Cleyton abraçou Taynara via BuddyPoke).

Fica claro que quem é mais ativo na interwebs, tem mais exposição. Quem participa de mais comunidades ou fóruns em determinados websites, é visto por mais pessoas. Quem coloca a auto-foto mais pornográfica, tem mais visitas. Quem posta o vídeo mais promíscuo e provocante, tem mais hits. Quem tem mais amigos, é mais popular.

Enfim, um grito de desespero por atenção, de uma geração sem voz.

Adeus, attention whores, e pro caralho com suas vidas insignificantes!

Eu. Com Baunilha.

Um blog sobre nada em especial. Sou só eu, de novo, mas desta vez com baunilha.